
A indicação de um representante aleatório para presidir a reunião do Conselho de Segurança da ONU, como aconteceu hoje, é uma atribuição do presidente do país que ocupa a presidência rotativa.
Por isso Trump indicou a própria mulher, e não um diplomata ou um membro do governo, e Melania fez o discurso de abertura da sessão, que foi por ela presidida nessa segunda-feira.
Geralmente, embaixadores integram o conselho em nome dos seus países. Mas vamos levantar uma hipótese, já que não há restrições da ONU a essa indicação, desde que o presidente do país decida.
Se o Brasil voltasse a fazer parte do conselho, como membro rotativo, poderia eventualmente presidir a reunião, como já aconteceu recentemente.

E aí vamos levantar uma hipótese. Se Flávio fosse eleito, ele poderia indicar quem quisesse, até Carluxo, para discursar na ONU, como se viu hoje com Melaine.
Outro detalhe interessante. O Brasil abre a sessão anual da ONU todos os anos. É o presidente brasileiro quem sempre faz o discurso.
Se Ratinho for eleito presidente, teremos a chance de ver essa manchete: Ratinho discursa na ONU. Agora imaginem essa manchete na capa dos jornais americanos.
Por isso o melhor é reeleger Lula.
(E vamos lembrar que Flávio já anunciou que, se eleito, seu irmão Eduardo será o chefe do Itamaraty, o seu ministro das Relações Exteriores.)