Crescemos dez vezes em dez meses: uma prestação de contas para nossos leitores

Em azul claro, as visualizações. Em azul escuro, os leitores únicos
Em azul claro, as visualizações. Em azul escuro, os leitores únicos

E vamos então a mais uma prestação de contas.

Novembro foi um mês simplesmente espetacular para o DCM. Chegamos a 2,5 milhões de visualizações e batemos a marca de 1 milhão de visitantes únicos.

Isso quer dizer que entre janeiro – marco zero simbólico em nossa trajetória por causa da introdução da seção de hard News Essencial – e novembro crescemos dez vezes.

Repito: dez vezes.

Não tivemos portal para alavancar nosso avanço, não tivemos ações de marketing dispensiosas (e nem mesmo baratas): nossa arma foi, simplesmente, o jornalismo.

Somos transparentes, somos independentes, somos apartidários. Nosso compromisso, como sabe quem nos acompanha, é com o ‘Brasil Escandinavo’, um país socialmente justo.

Queremos uma sociedade libertária, ensolarada, regida pelo que os escandinavos chamam de ‘Janteloven’ – uma cultura em que ninguém se sinta melhor que ninguém a despeito do patrimônio ou de qualquer cargo.

Estamos hoje entre os 40 maiores sites de notícias do Brasil. Onde estaremos em breve?

A resposta será dada pela crescente e extraordinária comunidade de leitores que enxergam em nós uma alternativa a uma mídia corporativa cujo conteúdo está envenenado pelos próprios interesses econômicos.

Não são leitores comuns, definitivamente. Basta ver a seção de comentários, um complemento indispensável aos debates originados de nossos artigos.

Nosso leitor é fortemente “engajado”. Isso se vê no Facebook. Nossa taxa de engajamento ali – pessoas que curtem, compartilham e comentam – costuma ficar acima de 90%. (É um dado fornecido pelo próprio Facebook.)

Para efeitos de comparação: a taxa de engajamento da Folha é de 20%, a da Veja é de 10% e a do UOL é de 3%.

O apoio dos leitores foi decisivo para que nossa primeira experiência no crowdfunding fosse vitoriosa. Coletamos, no site Catarse, o dinheiro suficiente para vermos como Melgaço, uma cidade nos confins do Brasil ignorada pela mídia, está lidando com a novidade que é ter médico para zelar pela saúde pública.

Na primeira semana de janeiro, a documentarista Alice Riff irá a Melgaço. Lá, ela manterá um diário sobre o que está presenciando e preparará um documentário.

O crowdfunding, do ponto de vista estratégico, nos dará condições de antecipar um passo importante em nosso futuro: o jornalismo investigativo.

Nosso mais profundo agradecimento pelo apoio ao Projeto Melgaço.

Na verdade, mais que isso – nosso mais profundo agradecimento por tudo.

Obrigado a todos
Obrigado a todos
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