Dedo podre: antes de se “frustrar” com Bolsonaro, a quem apoiou, Fagner ficou “triste” com o “amigo” Aécio

 

Existem artistas idiotas e existe o Fagner.

Raimundo Fagner fez um mea culpa no programa do Bial por ter apoiado publicamente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.

“Tem horas que parece que ele continua na campanha, que ele não combina com a turma dele. Tá sempre tendo um disse-me-disse. Frustra um pouco. Passa uma impressão de amadorismo“, afirmou.

“Ele não disse que é presidente de todos os brasileiros? Então não é o momento de ficar provocando, ele já fez isso na campanha.”

Em agosto de 2017, ele relatou à Veja que se arrependia de embarcar na aventura de Aécio Neves.

“Aécio não apenas me decepcionou, mas foi muito triste. Sou amigo dele e essa amizade nunca vai deixar de existir. Mas o que eu me envolvi com ele, o que eu acreditei… o que eu subi em palanque para ele, desde a campanha dele para deputado. Me envolvi em todas as suas campanhas, as pessoas acharam até estranho porque ele era um garoto e eu já era um nome consagrado”, falou.

“Eu emprestei muito esse trabalho para o Aécio. Para mim, foi uma punhalada. Eu não merecia isso porque emprestei o meu respeito e pisou na bola legal. Aécio me deve desculpas pessoalmente”.

Ou seja, o problema não são os candidatos, mas o cantor.

Quem deve desculpas é o Fagner — a si próprio e aos otários que o levam a sério.

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