Desemprego cai a 5,4% e Brasil bate recorde de carteiras assinadas

Atualizado em 30 de julho de 2026 às 11:05
Mulher sendo contratada. Foto: ilustração

A taxa de desemprego caiu para 5,4% no trimestre encerrado em junho e alcançou o menor nível da série histórica para o mês, informou o IBGE nesta quinta-feira (30). O índice havia ficado em 5,6% no trimestre encerrado em maio.

O resultado ficou em linha com a expectativa de analistas de mercado e representou queda de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre móvel encerrado em março, quando a desocupação estava em 6,1%.

O número de pessoas desocupadas chegou a 5,9 milhões. O contingente recuou 10,9% frente aos três meses encerrados em março, uma redução de 728 mil pessoas em busca de trabalho.

Na comparação com o trimestre de abril a junho de 2025, quando havia 6,3 milhões de desempregados, a população desocupada diminuiu 6,3%. São 392 mil pessoas a menos sem ocupação na força de trabalho.

Pessoas trabalhando em indústria. Foto: reprodução

Ocupação e carteira assinada também atingem marcas recordes

A população ocupada alcançou 103,1 milhões de pessoas, o maior contingente de toda a série histórica. O total cresceu 1,1% ante o trimestre encerrado em março.

Em um ano, o número de pessoas ocupadas avançou 0,7%. O país registrava 102,3 milhões de trabalhadores entre abril e junho de 2025, o que equivale a uma alta de 742 mil pessoas no período.

O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado também bateu recorde e chegou a 39,4 milhões em junho. Apesar da marca, o IBGE classificou a variação em relação ao trimestre anterior como estabilidade estatística.

O rendimento real habitual ficou em R$ 3.738, em queda pelo terceiro mês consecutivo. Ainda assim, o valor superou os R$ 3.635 registrados em junho de 2025.

Diario do Centro do Mundo
O Diário do Centro do Mundo (DCM) é um portal brasileiro de jornalismo digital fundado em 2013. O site publica notícias e análises sobre política, economia, cultura, mídia, comportamente -- tudo o que é relevante, no Brasil e no exterior