2. Putin reafirma que vai ajudar Síria em caso de ataque dos Estados Unidos
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Apesar dos dois dias de ofensiva diplomática do presidente Barack Obama, a reunião de cúpula do G20 terminou na sexta-feira como começou: com uma profunda divisão entre os países sobre o plano americano de bombardear a Síria em retaliação ao suposto uso de armas químicas pelo presidente Bashar al-Assad.
Segundo a Casa Branca, a intervenção militar teria sido apoiada por dez países além dos EUA, entre eles Reino Unido e França. Os demais, incluindo Alemanha, Brasil e, sobretudo, Rússia e China, manifestaram-se contra a ação.
A resistência dentro do G20 coloca em situação difícil Obama, que ainda tem de convencer o Congresso americano a dar o aval a seu plano.
Obama se reuniu separadamente com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, à margem da cúpula. Mas, apesar do encontro, mantiveram suas divergências sobre o conflito sírio. Putin afirmou que seu país ajudará Damasco em caso de uma intervenção militar internacional.
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