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5. Eike Batista despenca na lista dos mais ricos do Brasil

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O Globo

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Eike Batista, o mais famoso empresário do país, que até o ano passado figurava como 1º do ranking, despencou para a 52ª colocação na lista de milionários da “Forbes Brasil”. Sua fortuna caiu de R$ 30,26 bilhões para R$ 2,95 bilhões, segundo a revista. Foi a maior perda de patrimônio entre os que aparecem na lista. É a segunda vez que a “Forbes Brasil” publica sua lista de bilionários brasileiros.

As empresas do grupo EBX, liderado por Eike Batista, passam por uma crise de confiança, com seu elevado endividamento, o que tem levado a sucessivas desvalorizações de suas ações. A depreciação dos papéis das empresas “X” é apontada pela “Forbes Brasil” como a razão para a queda de Eike na lista.

A publicação listou 124 pessoas este ano. A edição de 2012 listava 74 biilionários brasileiros. O levantamento aponta que, agora, o empresário Jorge Paulo Lemann, 73 anos é o brasileiro mais rico do país. Sua fortuna é estimada em R$ 38,24 bilhões. Lemann é um dos sócios da AB Inbev (proprietária da Budweiser, Stella Artois, Brahma, Skol, Antarctica, entre outras cervejas) ao lado de Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, nas quarta e oitava posições, respectivamente. A companhia adquiriu recentemente o Burger King e se tornou sócio de Warren Buffett na empresa Ketchup Heinz, marcas conhecidas mundialmente. Em 2012, Lemann estava em segundo lugar.

A “Forbes Brasil” considerou pessoas ou famílias com patrimônio a partir de R$ 1 bilhão e segue os parâmetros da “Forbes” americana, que divulga a lista dos mais ricos do mundo anualmente, sempre em março.

Em março de 2012, Eike Batista era o 7º homem mais rico do mundo, com fortuna avaliada em US$ 30 bilhões. Em março deste ano, a atualização da lista levou à queda do empresário para a 100ª posição, com US$ 10,6 bilhões.

A versão 2013 da lista anual de bilionários da “Forbes Brasil” afirma que uma análise da edição verde-e-amarela “demonstra que, na pátria de chuteiras, é grande o número de fortunas concentradas em clãs, cujos integrantes dividem, nos bastidores, o controle acionário de algumas das maiores companhias canarinhas. O fenômeno se revela em mais de um terço das riquezas apuradas na lista deste ano”.

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