6. Os primeiros 100 dias do Papa Francisco
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O dia 20 de junho marcou o 100º dia do Papa Francisco no seu cargo, e para comemorar a ocasião o presidente da Conferência Jesuíta, padre Thomas H. Smolich, falou sobre as suas primeiras impressões do histórico pontífice.
“Acredito que o boletim dos primeiros 100 dias de Francisco é fortemente positivo”, disse Smolich.
“Alguma coisa mudou nos últimos 100 dias. Os enormes desafios enfrentados pela Igreja Católica – má conduta sexual, encolhimento das congregações e todo o resto – são reais e não vão ir embora tão cedo”.
“Mas, nas últimas semanas, fiquei impressionado com o número de católicos praticantes que sentem que o seu passo está um pouco mais leve, assim como católicos antigos e inativos que se encontram dispostos a dar ouvidos novamente à Igreja.”
“Se essa tendência continuar, grande parte do crédito vai para o papa, que, há apenas 100 dias, começou a compartilhar a sua visão de uma missão que une, em vez de dividir, uma Igreja que está verdadeiramente em sintonia com o seu mundo e com o seu povo.”
“Francisco é um homem com uma profunda conexão com os fiéis e com o mundo em geral. Ele sabe como traduzir o que está no seu coração em gestos que soam verdadeiros. Gestos simples – pagar a sua própria conta do hotel, por exemplo, e usar os seus próprios sapatos em vez dos sapatos vermelhos – nos dizem que ele conhece alguma coisa sobre a vida que a maioria das pessoas leva.”
“Na era do Twitter, ele está provando ser hábil com frases incisivas: “Os pastores devem ter o cheiro das suas ovelhas” é a minha favorita, mas eu também gosto da sua afirmação de que perder o contato direto com os pobres leva ao “aburguesamento do coração”.”
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