Família de colombianas mortas em queda de helicóptero cobra responsável

A família das colombianas mortas na queda de um helicóptero durante um voo panorâmico no Rio de Janeiro cobrou investigação e eventual responsabilização pelo acidente. Também morreu o piloto Alessandro Rocha. Rocío Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17, estavam na cidade para celebrar os 15 anos de Laura Manrique, que viajaria no mesmo helicóptero em seguida.
Victor Manrique, filho de Rocío e irmão de Wendy, acompanhou no Instituto Médico-Legal os procedimentos de identificação dos corpos. Como as vítimas ficaram carbonizadas, a família informou que Rocío e Wendy podem precisar de exames de DNA, pois apenas Sofia teria documentação odontológica para comparação. “Não quero pensar que vão simplesmente me entregar os corpos da minha família, que eu vou levá-los para a Colômbia e, depois de alguns dias, não vai acontecer nada”, afirmou Victor.
O Cenipa apura as causas da queda, que ainda são desconhecidas. Uma câmera instalada no Robinson R44 para registrar o passeio será periciada. A Anac informou que os certificados da Voos Rio Panorâmico estavam em dia, enquanto a empresa declarou que suspendeu os voos após saber do acidente e que colaborará com as investigações.
