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Acordo de mãe para filho no caso do banco da Odebrecht leva deputado a perguntar: MPF ganhou algo em troca?

Eles já ganharam muitos prêmios pelo combate à corrupção

O deputado Paulo Pimenta, da CPMI da JBS, tocou o dedo na ferida aberta por reportagem publicada na série A Indústria da Lava Jato, do DCM e GGN. Ele lembrou, no tuíte, o acordo de delação premiada celebrado com os donos do Meinl Bank, o banco de Antígua que a Odebrecht usava para pagar propina no exterior.

“Acordos de leniência e as delações, após ‘acordados’ pelo MPF/Lava Jato, com os advogados das partes, têm que ser homologados por Moro. Entre as graves denúncias apresentadas por Tacla Duran na CPMI, uma delas foi a facilidade e os valores irrisórios de algumas multas. estabelecida pelo bravos procuradores em algumas delações. No caso dos ‘donos de fato’ do Mein Bank, multa irrisória e 6 viagens por ano para o exterior. Marcos Pereira Bolinski, Vinicius Borin e Luiz Augusto França foram acusados de movimentar 3,3 bilhões ilegalmente. Multa de 1 milhão e seis viagens por mês para o exterior foi o acordo firmado com o MPF/Lava Jato.

Os termos do acordo são tão favoráveis aos criminosos que o deputado pergunta:

Será que o MPF ganhou algo em troca?

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PS: Segundo o advogado Rodrigo Tacla Durán, o Meinl Bank entregou extratos fraudados para o Ministério Público Federal, que, por sua vez, protegeu contas de delatores, como João Santana e Mônica Moura, ao colocar tarjas sobre planilhas e omitir contas.