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Adolescente é diagnosticado com “excesso de computador” e morre por H1N1

Bryan de Souza Camargo. Foto: Reprodução

Bryan de Souza Camargo, um adolescente de 13 anos de Sorocaba, São Paulo, morreu em decorrência do vírus H1N1 após um diagnóstico médico incorreto. No início dos sintomas, incluindo tosse e dores no peito, ele foi levado ao Hospital Amhemed Sorocaba. A pediatra, após avaliar o garoto, diagnosticou as dores como causadas por “excesso de computador” e receitou apenas um anti-inflamatório, sem realizar exames mais aprofundados.

Três dias depois, Bryan retornou ao hospital com dor intensa no peito, mas o médico, após um raio-x, afirmou que o pulmão estava normal. No entanto, o quadro do adolescente piorou e ele foi novamente internado, sendo entubado após um exame que diagnosticou o vírus Influenza A. A infecção no pulmão rapidamente se agravou, levando a várias paradas cardíacas e ao diagnóstico de morte cerebral.

A família de Bryan responsabiliza a negligência médica pelo agravamento do quadro e acredita que, se exames e tratamentos adequados tivessem sido realizados desde o início, o desfecho teria sido diferente.

A prevenção ao H1N1 inclui a vacinação anual contra a gripe, que começou em março em São Paulo, com a meta de vacinar 90% dos grupos prioritários, como idosos, crianças e gestantes. Além disso, medidas de higiene e o distanciamento de pessoas doentes são essenciais para evitar a propagação do vírus.