Alckmin quer controlar sucessão no governo para evitar fogo amigo
Já basta o que ele tomou de fogo amigo do sucessor Doria, certo? Informação do Painel da Folha de S.Paulo.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) começou a enviar recados mais duros aos aliados. Avisou que não vai abrir mão de conduzir sua sucessão em São Paulo e que tem o Estado como ponto de partida para o arranjo de seu palanque nacional.
Com isso, o tucano tenta frear 1) a proliferação de especulações sobre data e formato de eventuais prévias, 2) a multiplicação de pré-candidaturas ao governo do Estado e 3) o fogo amigo sobre seu vice e potencial aliado, Márcio França (PSB).
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O governador Geraldo Alckmin (PSDB) encurtou o recesso e, um dia após o Natal, marcou evento nesta terça (26) para divulgar a consulta pública sobre a chamada parceria público-privada dos trilhos, em São Paulo.
O assunto que interessava à imprensa, porém, era a eleição de 2018. Interrogado sobre o cenário em seu partido, lançou uma de suas mais típicas frases:
—Existem dois tipos sempre ansiosos: os políticos e os jornalistas…
Como não despistou ninguém, saiu-se com essa:
— Nós não entramos ainda em 2018, né? Temos ainda uma semana pela frente…

