Imagem ilustrativa. Foto: Divulgação
Os relacionamentos contemporâneos estão passando por uma transformação silenciosa. Entre millennials e jovens da geração Z, cresce o questionamento sobre a necessidade de seguir padrões tradicionais de amor e família. Em vez de buscar o modelo clássico de união estável, muitos optam por vínculos mais livres, que variam em grau de intimidade, convivência e exclusividade.
Entre as novas formas de se relacionar, quatro conceitos têm se destacado: agamia, casais LAT, hipergamia e tolyamor. A agamia, derivada do grego “a” (não) e “gamos” (casamento), descreve pessoas que rejeitam o modelo romântico e legal de união, muitas vezes sem interesse em filhos.
Os casais LAT (Living Apart Together, ou “vivendo separados juntos”) mantêm uma relação estável, mas em casas diferentes. O modelo, comum na Europa e nos Estados Unidos, atrai quem busca preservar o espaço individual. Já a hipergamia, prática de se envolver com parceiros de status mais elevado, ganhou novos significados.
O tolyamor, por sua vez, combina tolerância e poliamor. Criado pelo podcaster Dan Savage, o termo define casais que preferem ignorar traições ou relações paralelas para manter a estabilidade.