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Anac e Rio discutem freio em voos panorâmicos após tragédia

Helicóptero em área de mata
Bombeiros em área de mata. Foto: Reprodução

A Anac informou neste domingo (9) que mantém contato com a Prefeitura do Rio para definir uma atuação conjunta na fiscalização de voos panorâmicos. A discussão começou após a queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, no sábado, que matou o piloto Alessandro Rocha e as turistas colombianas Rocio Cubillos, Wendy Manrique e Sofia Murillo. Com informações de CNN.

O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) pediu medidas imediatas à agência e citou a possibilidade de suspender temporariamente os voos panorâmicos para ampliar a fiscalização. A aeronave tinha autorização para operar esse serviço, e a Anac disse que o helicóptero estava com a certificação em dia. A agência classifica a atividade como Serviço Aéreo Especializado, que exige empresas e profissionais certificados.

O Cenipa vai investigar as causas da queda, enquanto a Polícia Civil também apura o caso. O Robinson R44, de prefixo PP-MFS, pertencia à VRP Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos e caiu em uma área de mata do Parque Nacional da Tijuca. Em junho, a colisão entre dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes deixou seis mortos e incendiou cerca de 20 carros.