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O “Ancelottismo” que fez a Seleção acreditar no hexa

Raphinha durante treino da Seleção Brasileira
Carlo Ancelotti , técnico da Seleção Brasileira. Foto: Reprodução

Carlo Ancelotti chegou à Copa do Mundo com a Seleção Brasileira sustentado por uma relação de confiança que construiu desde a apresentação do grupo na Granja Comary, em Teresópolis, em 27 de maio. O técnico italiano apostou em conversas individuais, gestos públicos de proximidade e uma rotina de diálogo com atletas de diferentes gerações, dos mais jovens aos líderes do elenco. Com informações de uol.com.br.

O discurso dos jogadores durante o Mundial reforça a influência do treinador no grupo. Endrick resumiu o clima ao dizer que Ancelotti “não tem medo” e que os atletas seguem o plano do técnico: “Quando ele falar pra eu fazer alguma coisa, vou fazer, não vou olhar pra trás. Só vou escutar a voz dele e fazer”. A metodologia inclui orientações curtas, vídeos objetivos e poucas instruções por atleta, sem sobrecarregar o elenco com excesso de informação.

A confiança ganhou força na virada por 2 a 1 sobre o Japão, em Houston. Ancelotti manteve Casemiro quando parte da torcida defendia sua saída, e o volante marcou o empate antes de a Fifa elegê-lo o melhor em campo. Depois, Martinelli saiu do banco e fez o gol da vitória. O próximo teste será neste domingo (05), contra a Noruega, em Nova Jersey, às 17h, pelas oitavas de final do Mundial, em um duelo que também coloca a defesa brasileira diante de Erling Haaland.