Antes de indicação, Cristiane Brasil pediu pressa em contrato sem licitação no ministério
Texto de Daniela Lima na coluna Painel da Folha.
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Servidores do Ministério do Trabalho dizem ter sido pressionados pela deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), antes mesmo de sua indicação para a pasta, a fechar a toque de caixa um contrato sem licitação. Uma gravação mostra ela exigindo rapidez na contratação da FGV para uma consultoria de R$ 5,3 milhões.
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A assessoria da deputada disse que não comentaria uma gravação a que não teve acesso, mas acrescentou que ela não tem qualquer relação com a FGV.
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O desgaste de Roberto Jefferson com a indicação da filha Cristiane para o Ministério do Trabalho mudou a correlação de forças entre os caciques do PTB.
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Campos Machado (SP), que controla um terço do diretório nacional, aliou-se ao líder da sigla na Câmara, Jovair Arantes (GO). Um indicará o novo ministro. O outro escolherá o secretário-executivo da pasta.
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