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Ao criticar vazamento, Alexandre de Moraes parece que se esquece do que fez em passado recente

É noix

“Quinta teve uma, sexta teve outra. Esta semana vai ter mais. Podem ficar tranquilos. Vocês vão ver, podem ver esta semana. Quando virem esta semana, vão lembrar de mim”, diz ele, em praça pública, em Ribeirão Preto, para um grupo de pessoas que cobravam apoio a Lava Jato. Alexandre fazia campanha para um candidato tucano a prefeito. O então ministro da Justiça, superior hierárquico da Polícia Federal, faz sinal de positivo e ri alto. “Vocês vão lembrar de mim”, reafirma. No dia seguinte, semana decisiva da eleição, Antônio Palocci foi preso.

Se isso não é vazamento, o que é então?