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Aperto de mãos de Obama e Raúl Castro irrita cubanos de Miami

Logo depois de subir rapidamente as escadas que conduziam à tribuna dos mandatários convidados à homenagem a Mandela, Obama se dirigiu diretamente ao presidente de Cuba, Raúl Castro.

Apertou-lhe a mão e ambos trocaram algumas palavras, inaudíveis para o público, que a intérprete de Raúl Castro traduziu de imediato.

Depois, Obama cumprimentou com um beijo Dilma, enquanto Raúl Castro o seguia com o olhar e com um sorriso sob seu bigode ralo. Tudo se passou em sete segundos.

Mais do que uma questão protocolar, na leitura dos congressistas republicanos da Flórida, Ileana Ros-Lehtinen e Marco Rubio, a saudação de Obama a Raúl Castro foi um ato inaceitável.

“Às vezes, um aperto de mãos é somente um aperto de mãos, mas quando o líder do mundo livre aperta a mão sangrenta de um ditador sem piedade como Raúl Castro, isso se transforma em um ato de propaganda para o tirano”, disse a deputada Ros-Lehtinen durante uma audiência no Congresso com o secretário de Estado, John Kerry.

Saiba Mais: El País Brasil