Apoio de Alckmin e pouca gente nas manifestações fortaleceram Temer

Do Poder 360
“Michel Temer fica até o fim do mandato”. Essa frase, ouvida pelo Poder360 de 1 dos presentes, resume o saldo do jantar de 2ª feira (24.jul.2017) no Palácio dos Bandeirantes. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o mais poderoso dirigente do PSDB no momento, recebeu a cúpula do DEM para afinar o discurso.
Os caciques dos partidos vão trabalhar para que o presidente consiga se salvar já na semana que vem, em 2 de agosto, quando deve ser votada na Câmara a admissibilidade da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer.
Os comensais no Bandeirantes consideraram o seguinte:
- Michel Temer se mexeu – o presidente atuou no campo no qual é especialista: agradar congressistas com cargos e liberação de emendas;
- Centrão mordeu a isca – os partidos que 1 dia estiveram com Eduardo Cunha enxergaram uma janela de oportunidade. Salvarão Temer e devem sair com os bolsos cheios de cargos e verbas;
- Ruas vazias – a completa ausência de manifestações orgânicas pela queda de Temer é outro fator que anima os deputados a salvar o presidente sem medo de retaliação nas urnas;
- PT pró-Temer – o maior partido de oposição do país está interessado em manter o presidente fragilizado na cadeira, pois assim acha que tem mais chances nas eleições de 2018
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