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Do auge da TV às dificuldades financeiras: 6 artistas que morreram sem patrimônio

Elke Maravilha
Elke Maravilha, atriz e jurada de programas de televisão – Foto: Reprodução

O sucesso e os altos cachês não garantiram estabilidade financeira a alguns dos nomes mais conhecidos da televisão brasileira. Doenças, falta de trabalho e dificuldades para administrar o patrimônio marcaram os últimos anos de artistas que tiveram carreiras populares e terminaram a vida em situação financeira delicada. Com informações de NaTelinha.

Cláudio Corrêa e Castro, um dos atores com mais participações em novelas no país, viveu no Retiro dos Artistas após um divórcio e problemas de saúde. Ele morreu em 16 de agosto de 2005, aos 77 anos, por falência de múltiplos órgãos após complicações de uma cirurgia cardíaca. César Macedo, lembrado como Seu Eugênio na Escolinha do Professor Raimundo, chegou a morar nas ruas, enfrentou Alzheimer e morreu aos 81 anos, em 30 de abril de 2016, vítima de infecção generalizada.

Norma Bengell recebeu ajuda de amigos nos últimos anos, quando também enfrentava um câncer no pulmão e problemas financeiros; ela morreu em 2013, aos 78 anos. Elke Maravilha deixou dívidas que levaram familiares a vender seus pertences após sua morte, em 2016. Jacinto Figueira Júnior, o Homem do Sapato Branco, passou a enfrentar sequelas e dificuldades financeiras depois de um derrame em 2001 e morreu em 2005. Já Wilza Carla se afastou da TV após um AVC, conviveu com diabetes e Alzheimer e morreu em 2011, aos 75 anos, após reclamar da falta de dinheiro e do afastamento de antigos amigos.