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As brigas entre corretora e síndico acusado de matá-la e sumir com seu corpo

Daiane Alves Souza na última vez que foi vista viva. Foto: reprodução

O síndico preso pela morte da corretora Daiane Alves Souza tinha um longo histórico de conflitos judiciais com a vítima em Caldas Novas (GO). A briga começou em janeiro de 2025, quando o condomínio notificou a família sobre o uso do apartamento como marcenaria, o que ela negava. Daiane chegou a registrar ocorrência por violação de domicílio contra o síndico, que admitiu ter entrado no imóvel para filmar.

As disputas avançaram para acusações de que Daiane atrapalhava funcionários e exercia atividade profissional sem autorização. O condomínio tentou cortar água e energia do imóvel, mas a Justiça determinou a religação. Em agosto, uma assembleia votou pela expulsão de Daiane, com 52 votos a favor, mas a decisão foi suspensa pela Justiça.

Daiane negou todas as acusações por escrito, afirmando que recorrer à polícia e à Justiça era seu direito. Ela e o síndico participaram de audiência de conciliação sem acordo. O corpo da corretora, desaparecida desde 17 de dezembro, foi encontrado nesta quinta-feira, e o síndico foi preso.