Atacante que enfrentará o Brasil na Copa tem um sonho de ser “agente secreto”; entenda

Frantzdy Pierrot, uma das principais referências da seleção do Haiti, adversária do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, afirmou que pretende seguir carreira na área de segurança pública quando encerrar a trajetória no futebol. Em entrevista ao jornal francês “Ouest-France”, o atacante de 31 anos disse que deseja trabalhar no FBI. “Quero proteger as pessoas. É isso que pretendo fazer quando minha carreira terminar”, declarou.
Nascido em Cap-Haïtien, no Haiti, Pierrot contou que cresceu em meio a dificuldades econômicas e que disputava partidas com bolas improvisadas feitas de meias e roupas velhas. Aos 12 anos, mudou-se para os Estados Unidos com a família, que se estabeleceu em Boston após o pai trabalhar durante anos para reunir recursos. Foi no país que ele conseguiu uma bolsa de estudos na Northeastern University e se formou em criminologia.
Segundo o jogador, o interesse pela profissão surgiu ainda na infância. “Desde os sete anos eu dizia ao meu pai que queria ser agente do FBI”, afirmou. Pierrot disse que pretende retornar aos Estados Unidos após a aposentadoria para ingressar em uma academia de polícia e seguir carreira na área de investigação criminal.
