“Barbie judia” vira alvo de críticas nos EUA; entenda

A Mattel lançou nos Estados Unidos a primeira Barbie oficial criada para celebrar o Hanukkah, festa judaica de oito dias também conhecida como Festival das Luzes. O modelo passou a dividir opiniões nas redes sociais porque parte dos usuários apontou que o nariz mais proeminente poderia remeter a estereótipos antissemitas.
A boneca custa US$ 30 e integra a coleção Holiday Sweaters, que também reúne dois modelos com tema natalino. Com pele em tom oliva e cabelos castanhos, ela usa leggings xadrez azuis, botas Ugg e um suéter azul-cobalto com menorá, estrelas de Davi, dreidels e flocos de neve; a peça acende ao apertar um botão.
“O nariz parece ter uma protuberância maior para imitar traços faciais mais ‘judaicos’”, escreveu um usuário no Reddit. As reações também incluíram elogios: a rabina Yael Buchler afirmou ao New York Post que ficou feliz com a representação e recordou que Ruth Handler, criadora da Barbie e cofundadora da Mattel, era filha de imigrantes judeus poloneses.
