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Barroso aponta indícios de corrupção, lavagem e organização criminosa em mandado

De Letícia Casado na Folha de S.Paulo.

Na decisão em que determinou que a PF cumpra busca e apreensão na empresa Rodrimar, que atua no Porto de Santos, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal),  apontou “possível cometimento de crimes  como corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa/organização criminosa a eles correlatos”.

A investigação está no âmbito do inquérito que investiga o presidente Michel Temer e apura se houve irregularidade em um decreto da área portuária que beneficiou a empresa Rodrimar, assinado em maio de 2017.

A PF realiza nesta quinta-feira (29) a Operação Skala, que prendeu, além do dono da Rodrimar, Antônio Celso Grecco, três pessoas próximas de Temer: o advogado José Yunes, o coronel aposentado João Batista Lima Filho e o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi.

O mandado, ao qual a Folha teve acesso, foi assinado na terça-feira (27) e é o 15º entre os ordenados pelo ministro.

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Luís Roberto Barroso