Visitantes circulam pelos corredores da Bienal do Livro de São Paulo. Foto: Reprodução
A Bienal do Livro de São Paulo terminou no domingo (13) com cerca de 760 mil visitantes em dez dias de programação no Distrito Anhembi. O público superou o recorde da edição de 2024, que recebeu 722 mil pessoas. A organização também apontou aumento de 57% na média de faturamento dos expositores em relação ao evento anterior.
A 28ª edição teve corredores lotados, filas em estandes e ativações e cinco dias com ingressos esgotados. O evento reuniu 269 expositores, 800 autores — 91% brasileiros — e ofertou 3,65 milhões de livros. A presença de leitores jovens impulsionou títulos populares nas redes sociais, além de tendências como os book charms, mini livros vendidos como chaveiros.
Entre as editoras, a Companhia das Letras informou alta de 67% no faturamento e de 55% no volume de vendas, com Raphael Montes entre os principais autores. A Intrínseca registrou crescimento de 85% no faturamento e colocou seis obras de Lynn Painter entre seus mais vendidos. Já a Arqueiro destacou títulos de Ali Hazelwood, como “Jogo de Amor para Dois”, “A Hipótese do Amor” e “Amor, Teoricamente”.
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