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Bolsonaro é o quarto candidato que mais arrecada e Flávio diz que falta dinheiro: “Ponto crítico”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) é o quarto candidato que mais arrecadou dinheiro para gastos de campanha até a manhã desta terça-feira (13). Segundo dados oficiais declarados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela campanha de Bolsonaro, ele recebeu R$ 21,9 milhões para as eleições de 2022.

Mesmo diante disso, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), coordenador do projeto de reeleição do pai, afirmou que o partido do ex-capitão pode ficar sem recursos para financiar a campanha presidencial em um eventual segundo turno.

Apesar dos R$ 312 milhões em dinheiro público distribuídos a candidaturas da sigla, Flávio admitiu frustração com as cifras doadas até agora por pessoas físicas, apesar de o presidente ter sido o candidato que mais arrecadou neste formato, com R$ 10,8 milhões. Ele também afirmou estar “muito preocupado porque o dinheiro do partido acabou”, de acordo com o jornal O Globo.

“O dinheiro que aguardávamos que viesse com as arrecadações estão sendo realizadas de forma muito lenta ainda. Isso atrapalha muito. Fazemos conta para ver quanto custa o deslocamento do presidente de um lugar paro outro”, afirmou Flávio.

“Poderíamos estar com uma força muito maior, com capilaridade muito maior com os candidatos do PL a deputado federal e estadual com mais recurso para fazer a campanha e levando o nome do Bolsonaro. Isso não está acontecendo porque não tem recurso. Esse é sim um ponto crítico da nossa campanha”.

Vale destacar que a campanha do atual presidente já custou quase seis vezes mais caro do que a corrida presidencial de 2018. O QG bolsonarista contratou até o momento despesas de R$ 14,66 milhões nestas eleições.

o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, publicou na semana passada um vídeo nas redes socais afirmando que há uma “dificuldade muito grande” e que se não houver doações o partido passará por um “aperto”.  “Nós temos esse quadro hoje, a dificuldade é muito grande. Se nós não tivermos doações, vamos passar um aperto muito grande”, declarou.

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