Vantagens e cenários: O que muda para o Brasil se não liderar o grupo da Copa

A liderança do Grupo C pode dar ao Brasil uma vantagem logística importante na Copa do Mundo de 2026. A seleção enfrenta a Escócia na quarta-feira e precisa de pelo menos um empate para avançar. Uma vitória garante a primeira colocação da chave, enquanto uma derrota deixa a equipe dependente do resultado entre Marrocos e Haiti. Com informações do Globo.
A disputa pela ponta interessa à delegação porque mantém por mais tempo a estrutura montada em Nova Jersey. Desde a chegada aos Estados Unidos, a seleção usa o hotel The Ridge, em Morristown, e o centro de treinamento do New York Red Bulls como base. A CBF levou equipamentos próprios para trabalhos físicos, recuperação muscular, fisioterapia e avaliações diárias.
Se terminar em primeiro e chegar até a final, o Brasil teria um roteiro por Houston, Nova Jersey, Miami, Atlanta e novamente Nova Jersey, com retornos à base ao longo da campanha. O segundo colocado do grupo seguiria um caminho mais desgastante, com jogos em Monterrey, Houston, Boston, Dallas e Nova Jersey. Em caso de classificação como terceiro, os 16 avos poderiam ocorrer em Boston, Nova Jersey ou Cidade do México, com novas variações nas fases seguintes.
Rodrigo Caetano, coordenador executivo geral das seleções masculinas, afirmou que a CBF prioriza a permanência em Morristown. “Primeiro que a gente precisa vencer o último jogo. Esperar o resultado, principalmente do Marrocos. Para a gente saber se vai confirmar o primeiro lugar. Em confirmando, obviamente que não altera nada, e ficaremos, sim, em Nova Jersey, no mesmo hotel e no mesmo CT. Caso isso não ocorra e que tenhamos um outro caminho, a gente tem também um plano B e C”, disse.
