“Calvo do Campari”: MPSP reconhece ameaça a atriz, mas suspende ação

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) decidiu suspender por dois anos o processo envolvendo o coach e influenciador Thiago Schutz, também conhecido como “Calvo do Campari”, acusado de ameaça e violência psicológica contra duas mulheres através das redes sociais em fevereiro deste ano.
As acusações surgiram quando Schutz enviou mensagens à atriz Livia La Gatto e à cantora e sambista Bruna Volpi, exigindo a remoção de vídeos em que falavam sobre ele nas redes sociais, sob ameaça de “processo ou bala”.
A decisão da Justiça, divulgada após julgamento nesta quinta-feira (9), reconheceu a ameaça direcionada à atriz, mas optou por suspender o processo. No entanto, a ação pode ser reaberta caso Thiago Schutz cometa outro crime nos próximos 24 meses. Se isso não ocorrer, o processo será automaticamente extinto ao final desse período.
Além disso, como parte das condições estabelecidas, Schutz deverá comparecer bimestralmente a um cartório para assinar sua presença e justificar suas atividades profissionais. Ele também não poderá ausentar-se de sua cidade de residência por mais de oito dias sem autorização. Essas medidas visam garantir o cumprimento das condições estipuladas pelo MPSP durante o período de suspensão do processo.
