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Manual ou automático: o que muda para quem está aprendendo a dirigir

Motorista conduzindo carro com câmbio manual
Cambio do carro. Foto: Reprodução

A legislação permite que candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) façam a prova prática em carros automáticos, embora nem todas as autoescolas ofereçam esse tipo de veículo. O câmbio manual, portanto, seguirá presente na formação de novos motoristas e exige coordenação entre acelerador, freio, embreagem e alavanca de marchas.

Nos automáticos, o próprio veículo define o momento das trocas, e o condutor se concentra na aceleração e na frenagem. Já no manual, o motorista precisa soltar a embreagem gradualmente enquanto acelera para arrancar. Deixar o motor apagar nas primeiras tentativas é comum; em subidas, o freio de mão pode ajudar a evitar que o carro recue.

Para trocar de marcha no momento adequado, motoristas iniciantes podem observar o indicador do veículo, quando houver, além do barulho do motor e do conta-giros. Em geral, rotações entre 2.000 e 3.000 rpm sinalizam a hora de subir a marcha, enquanto a perda de força pede redução. O automático tende a oferecer mais conforto no trânsito pesado, onde arrancadas e paradas exigem o uso frequente da embreagem nos modelos manuais.