Cantor acusa Coco Bambu de apropriação indébita e reclama após ser cobrado por suco

O músico Tiago Soares Silva, que costuma se apresentar em restaurantes, fez sérias acusações contra o Coco Bambu, se referindo à uma de suas unidades de São Paulo. Segundo ele, em vídeo publicado em suas redes sociais, o couvert artístico cobrado dos clientes não é repassado para os artistas que se apresentam no local e fica para o estabelecimento. O cantor teria sido dispensado após questionar a política de pagamentos.
“Só porque eu questionei se poderiam pelo menos deixar o músico escolher o prato que iria comer, disseram que não. Eles escolhem o prato que a gente tem que comer. E, para piorar, um suco de morango que eu pedi disseram que o músico teria que pagar. Olha que vergonha. Provavelmente eu não cantarei mais aqui, porque, depois de falar isso, eles me cortaram. Eu era fixo aos sábados”, explicou.
Thiago pediu ajuda aos seguidores para compartilhar o vídeo. “Vamos acabar com a criminalidade dos contratantes corruptos”, incentivou o músico.
Não repassar o valor do couvert artístico ao artista pode configurar crime em certas circunstâncias, dependendo do contexto e da legislação aplicável. No Brasil, o não repasse do couvert artístico pode ser considerado como uma violação contratual ou até um ato de apropriação indébita, que é crime previsto no artigo 168 do Código Penal, quando alguém se apropria de um valor ou bem que deveria ser destinado a outra pessoa.
Confira a denúncia:
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