Torcida dos EUA vira piada na Copa por cânticos sem alma de arquibancada

As músicas criadas para apoiar a seleção dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026 viralizaram nas redes sociais e viraram motivo de piada. Embora o país sedie a maior parte dos jogos e o torneio tenha registrado estádios cheios e partidas com muitos gols, os cantos locais chamaram atenção pela falta de tradição nas arquibancadas em comparação com torcidas da América do Sul e da Europa.
O ex-jogador australiano de rúgbi Josh Mansour caiu na gargalhada ao assistir aos vídeos, e os próprios americanos também ironizaram os cânticos. Jason Kelce, ex-jogador de futebol americano que esteve no Brasil durante a Copa de 2014, criticou em seu podcast o famoso “I believe that we will win”: “Eu lembro do quão melhor era assistir futebol com os brasileiros do que com americanos. Como americano, eles vem com “eu acredito que podemos vencer”. É tipo, para que m**** você está aqui? Esse é o canto com a maior mentalidade de perdedor que eu já ouvi na minha vida”.
A reação tem relação com a cultura esportiva dos EUA, onde o público costuma atuar mais como espectador e consumidor do que como participante constante do jogo. Em modalidades como futebol americano e basquete, animadores, alto-falantes e comandos pontuais orientam a torcida; na NFL, por exemplo, o barulho diminui quando o time da casa ataca para não atrapalhar a comunicação em campo, enquanto gritos como “defense” aparecem em momentos específicos.
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