Casal acusa clínica de usar esperma de outro homem em fertilização in vitro

Natalie e Joshua Strong processaram a clínica Brown Fertility Associates, de Jacksonville, na Flórida, após um teste de DNA indicar que Joshua não é o pai biológico da filha do casal. Eles afirmam na ação que a unidade usou o esperma de outro homem durante o tratamento de fertilização in vitro.
O casal percebeu a incompatibilidade um dia depois do nascimento da menina, em junho de 2025, ao notar que o tipo sanguíneo dela não correspondia ao dos pais. Natalie tem sangue O negativo, Joshua é A negativo e a criança nasceu com sangue B positivo. O exame genético confirmou Natalie como mãe biológica e apontou 0% de probabilidade de paternidade para Joshua.
Os dois dizem não saber o que ocorreu com o material genético de Joshua, coletado e congelado para o tratamento. Eles ainda têm três embriões na clínica e temem que o mesmo problema tenha atingido os demais. A ação busca identificar o pai biológico da menina e esclarecer o destino do esperma; o pedido de indenização supera US$ 50 mil. A Brown Fertility nega as acusações e afirmou que não comentará o caso enquanto o processo estiver em andamento.
