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Estudo revela como o cérebro separa imagem e prazer ao julgar a beleza artística

Pintura artística em tons claros
Pintura artística em tons claros. Foto: Reprodução

O cérebro separa o que uma obra de arte representa do prazer que ela provoca ao formar julgamentos de beleza, indica um estudo publicado na “Nature Communications”. A pesquisa sugere que a experiência estética, embora tenha um componente pessoal, segue uma estrutura neural compartilhada. Com informações de Superinteressante.

Pesquisadores analisaram 34 voluntários enquanto eles observavam 96 pinturas tradicionais chinesas em aquarela em um aparelho de ressonância magnética de 7 teslas. Depois, os participantes avaliaram as obras. Com algoritmos de filtragem colaborativa, a equipe identificou duas dimensões nas respostas: uma ligada à distinção entre figuras e paisagens e outra associada ao grau de apreciação das imagens.

As vias visuais processaram o conteúdo das pinturas, enquanto regiões cerebrais ligadas à recompensa e ao prazer codificaram o valor hedônico das obras. O estudo também encontrou diferenças relacionadas à experiência em artes visuais na rede do modo padrão, sistema associado à imaginação, à autorreflexão e à construção de significado.