Mãe é condenada a 7 prisões perpétuas após deixar filha ser abusada pelo padrasto

Cherie Walker, de 34 anos, recebeu sete penas de prisão perpétua no condado de Muskogee, em Oklahoma, nos Estados Unidos. A Justiça a considerou culpada por permitir que o marido abusasse sexualmente de sua filha de 11 anos e por seis acusações de negligência infantil. As sentenças serão cumpridas de forma consecutiva.
O caso veio à tona em agosto de 2025, quando equipes de emergência atenderam uma ocorrência na casa da família e encontraram a menina após ela dar à luz. A criança não teve acompanhamento pré-natal nem assistência médica durante o parto. Exames de DNA apontaram Dustin Walker, padrasto da vítima e marido de Cherie, como pai do bebê.
Dustin Walker se declarou culpado em março por abuso sexual infantil e seis acusações de negligência. Ele recebeu prisão perpétua pelo abuso e outras penas que somam 42 anos. Investigadores também afirmaram que a residência não tinha água encanada e que a menina estava havia mais de um ano sem consulta médica.
