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Suspeita de trote atrasa socorro a mulher que sobreviveu à injeção letal nos EUA

Christa Pike em 1996 e em foto de identificação de 2023
Christa Pike em foto de 1996 e em foto de identificação de 2023. Foto: Reprodução

O atendimento de emergência a Christa Pike atrasou após uma tentativa de execução por injeção letal no Tennessee, nos Estados Unidos. Gravações das chamadas ao 911, obtidas pela Associated Press, mostram que socorristas e autoridades penitenciárias levaram cerca de meia hora para confirmar que o pedido de ajuda na Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend era verdadeiro. Com informações de g1.

A primeira ligação ocorreu às 20h40 de 30 de setembro, mais de uma hora após o início do procedimento. Às 21h03, um atendente informou que supervisores do Departamento de Comunicações de Emergência classificavam a chamada como falsa. A Central de Controle da prisão só confirmou a emergência e autorizou a entrada das equipes às 21h11.

Pike, de 50 anos, sobreviveu a duas doses de pentobarbital aplicadas durante a tentativa de executá-la pelo assassinato de Colleen Slemmer, em 1995. Ela ficou dias ligada a um respirador, recuperou a consciência na terça-feira passada e recebeu alta hospitalar no sábado (10), quando retornou à penitenciária feminina onde cumpre pena. O Departamento de Correções do Tennessee não explicou a falha e especialistas citaram possíveis problemas no medicamento ou no posicionamento dos acessos intravenosos.