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Cilíndrica e cheiro ruim: como testemunhas descrevem nave do “ET de Varginha”

A nave do ET de Varginha segundo testemunhas. Foto: Reprodução/TV Globo

O caso do “ET de Varginha”, ocorrido em 1996, continua sendo um dos mais discutidos fenômenos ufológicos no Brasil. Testemunhas que relataram o avistamento de uma nave no Sul de Minas descreveram o objeto como cilíndrico, esfumaçado e com danos visíveis, além de um cheiro forte e insuportável, como o de amônia misturado com ovo podre.

Os detalhes foram apresentados no primeiro episódio da série documental “O Mistério de Varginha”, exibido pela TV Globo. A série, que revisita os acontecimentos que projetaram a cidade internacionalmente, reúne depoimentos inéditos e informações que seguem gerando debate.

Entre os relatos mais marcantes, está o do professor de geografia Carlos de Souza, que, em janeiro de 1996, afirmou ter visto a nave descendo lentamente em um ângulo de 30 graus. Segundo ele, o objeto, que se assemelhava a um “charutinho”, tinha cerca de sete metros e estava com a lateral rasgada, soltando fumaça branca, além de um cheiro forte e insuportável

Além de Carlos, outros moradores da cidade também testemunharam eventos incomuns. Um caseiro relatou ter visto um objeto esfumaçado e cilíndrico, comparando-o a um submarino, voando baixo e se movendo lentamente. Esse avistamento ocorreu no mesmo dia do episódio com o “ET”, e durou cerca de 40 minutos. Esses depoimentos, que passaram despercebidos pela maioria na época, foram novamente trazidos à tona na série documental.