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Com Tarcísio, SP teve uma morte em intervenção policial a cada 12 horas

Gustavo Munis Santana em imagem de câmera de segurança
Gustavo Munis Santana em imagem de câmera de segurança. Foto: Reprodução

As polícias Civil e Militar de São Paulo registraram, em média, uma morte em intervenção a cada 12 horas e 13 minutos entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, durante o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). O índice ficou cerca de 70% acima do registrado em 2022, último ano das gestões João Doria e Rodrigo Garcia, quando o intervalo médio era de 20 horas e 48 minutos.

Os números consideram intervenções de agentes em serviço ou de folga contabilizadas pelo governo estadual. Em 2023, a média era de uma morte a cada 17 horas e 23 minutos; em 2024, passou para uma a cada 10 horas e 48 minutos. Em 2025, o intervalo caiu para 10 horas e 30 minutos. De janeiro a agosto de 2026, já sob o comando de Osvaldo Nico Gonçalves na Secretaria da Segurança Pública, a média ficou em uma morte a cada 12 horas e 9 minutos.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou os dados e declarou que a análise deve incluir índices criminais, produtividade e as circunstâncias de cada ocorrência. A pasta afirma que a PM prioriza a verbalização, a redução da tensão e o uso proporcional da força, enquanto as corregedorias e o Ministério Público investigam as mortes.