Como a Polícia de SP escolhe fantasias para agir no Carnaval

A estratégia de empregar policiais disfarçados com fantasias voltou a chamar atenção no Carnaval de São Paulo após ações registradas durante o pré-Carnaval e nos blocos de rua. As equipes atuam à paisana para identificar suspeitos de furtos, tráfico de drogas e venda de bebidas adulteradas.
Segundo informações do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), vinculado à Polícia Civil, a escolha das fantasias segue critérios objetivos. Entre eles estão o perfil do bloco, o tipo de público e o conforto do agente durante longos períodos de deslocamento em meio à multidão.
As equipes costumam ser formadas por seis a oito policiais. Além das abordagens em campo, os agentes também podem ser acionados após alertas gerados por sistemas de monitoramento e reconhecimento facial. Entre os personagens já utilizados estão figuras da cultura pop, como integrantes da Turma do Chaves, Scooby-Doo, Caça-Fantasmas e fantasias temáticas variadas.
