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Como o burnout silencioso afeta quem já passou dos 40 (e não quer parar)

Homem exausto de tanto trabalhar. Foto: reprodução

Entre os 40 e 50 anos, muitos enfrentam um esgotamento que não chega a virar colapso, mas mina a energia aos poucos. É o chamado burnout silencioso — difícil de perceber e fácil de ignorar.

Essa forma de exaustão atinge profissionais experientes, que acumulam responsabilidades e não se permitem desacelerar. O corpo aguenta, mas a mente cobra.

Sintomas como insônia, irritação e falta de prazer em tarefas rotineiras são sinais de alerta. Segundo especialistas, é preciso reconhecer o cansaço antes que ele se torne doença.

Cuidar da saúde mental nessa fase inclui redefinir limites, delegar e valorizar pausas. A ideia de que produtividade é igual a valor pessoal precisa ser revista. Evitar o burnout é um ato de inteligência emocional — e de respeito pela própria história.