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Como um exame de DNA mudou a vida da filha de Elize Matsunaga

Elize Matsunaga e Marcos Matsunaga
Elize Matsunaga. Foto: Reprodução

O caso Elize Matsunaga voltou aos holofotes com a estreia de “Elize: Sombras de Uma Mulher”, da Netflix, e com uma decisão recente da Justiça de São Paulo sobre Helena, filha de Elize e Marcos Matsunaga. Mãe e filha não se encontram desde 2012, quando o empresário foi assassinado. Helena tinha pouco mais de um ano, e o último contato com a mãe ocorreu dias depois do crime. Com informações de Metrópoles.

O jornalista e escritor Ulisses Campbell, autor do livro “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido”, relatou que Helena ficou inicialmente com Rose, tia de Elize, após a ex-enfermeira confessar o assassinato e ser presa. Com a repercussão do caso e a divulgação do passado de Elize como garota de programa, os pais de Marcos Matsunaga passaram a questionar a paternidade da menina e solicitaram um exame de DNA. “Depois que descobrem que ela é neta biológica, levam a criança”, disse Campbell no podcast de Beto Ribeiro.

Depois disso, Helena passou a ser criada pela família paterna e manteve a vida longe dos holofotes. Hoje com 16 anos, ela recebeu autorização judicial para fazer duas viagens internacionais nas férias escolares: uma para Londres, acompanhada por uma pedagoga, e outra para Punta Cana, na República Dominicana, ao lado da avó paterna Misako Matsunaga. O caso tramita sob segredo de Justiça.

A Justiça também mantém a determinação que impede Elize de visitar ou manter contato com a filha. Ao longo dos anos, Mitsuo Matsunaga defendeu que uma eventual reaproximação ocorra apenas quando Helena atingir a maioridade. No livro “Piquenique no Inferno”, escrito durante o período em que esteve presa, Elize dedicou cartas à filha e afirmou: “Espero muito ansiosamente que um dia você me perdoe. Não pretendo justificar o injustificável”.