Como vivem os remanescentes da “família mais incestuosa dos EUA”

Conhecida como a “família mais incestuosa dos EUA”, os Whittaker vivem isolados em uma propriedade decadente em Odd, Virgínia Ocidental. Após intervenções federais, apenas Betty, 73, e Larry, 69, permanecem na casa. Em setembro, outros três membros foram retirados pelos serviços de proteção ao idoso, cortando o contato familiar.
A casa, que virou atração turística após viralizar no YouTube, está em estado crítico. Jornalistas que a visitaram relataram uma construção inclinada, lixo enferrujado, vazamento de gás e restos de comida que atraem moscas. Do lado de fora, um galinheiro em ruínas e trailers deteriorados completam o cenário desolador.
A complexa árvore genealógica da família, iniciada com a união de primos descendentes de gêmeos idênticos, levou a malformações congênitas e deficiências. Sua existência veio à tona em 2020 com um documentário de Mark Laita no canal “Soft White Underbelly”, que acumulou milhões de visualizações.
