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Conhecido por dizer que família foi trocada por sósias, ícone do UFC é preso pela 6ª vez em 2025

B.J. Penn em ação no UFC. Foto: Getty

O ex-lutador B.J. Penn, membro do Hall da Fama do UFC, foi preso pela sexta vez este ano após agredir um homem de 45 anos em Hilo, Havaí. De acordo com a polícia local, o faixa preta de jiu-jitsu foi detido na terça-feira (4) após socar e chutar repetidamente a vítima, que conseguiu fugir e acionar os serviços de emergência. “A vítima posteriormente buscou atendimento médico para seus ferimentos no Hilo Benioff Medical Center”, confirmou o comunicado policial.

O incidente ocorreu por volta da 1h da madrugada, mas Penn só foi localizado e preso cerca de dez horas depois. O ex-campeão foi acusado de agressão em terceiro grau e teve uma fiança estipulada em US$ 1.000, valor que foi pago para que ele responda ao processo em liberdade. Esta é a sexta vez que o lutador tem problemas com a lei em 2025.

As prisões anteriores do ex-atleta estão relacionadas a uma série de conflitos familiares. Penn desrespeitou uma ordem de restrição emitida pela própria mãe após alegar que sua família havia sido “morta e substituída por sósias”. Em um dos episódios, ele chegou a empurrar sua mãe contra um carro, resultando na primeira detenção do ano.

B.J. Penn foi campeão mundial de jiu-jitsu antes de se tornar bicampeão do UFC, conquistando os cinturões dos meio-médios em 2004 e dos leves em 2008. Introduzido no Hall da Fama da organização em 2015, o lutador se aposentou dos octógonos em 2019, mas segue envolvido em polêmicas fora das arenas.