Fracasso sem perdão: eliminações provocam onda de demissões e derrubam quase 30% dos técnicos

As eliminações na Copa do Mundo de 2026 já deixaram 14 técnicos fora das seleções que comandaram no torneio. O número representa quase 30% dos treinadores da competição e envolve 13 das 48 equipes participantes, já que a Tunísia trocou de comando duas vezes. Croácia e Senegal fizeram as mudanças mais recentes, com as saídas de Zlatko Dalic e Pape Thiaw após quedas nas oitavas de final.
A lista de técnicos que deixaram seus cargos inclui Sabri Lamouchi e Hervé Renard, pela Tunísia; Miroslav Koubek, pela República Tcheca; Steve Clarke, pela Escócia; Hong Myung-bo, pela Coreia do Sul; Marcelo Bielsa, pelo Uruguai; Ronald Koeman, pela Holanda; Sebastián Beccacece, pelo Equador; Julian Nagelsmann, pela Alemanha; Carlos Queiroz, por Gana; Javier Aguirre, pelo México; Roberto Martínez, por Portugal; além de Dalic e Thiaw. No caso tunisiano, Lamouchi caiu após a goleada sofrida na estreia contra a Suécia, e Renard assumiu as duas partidas restantes da fase de grupos, mas também não continuou.
A Copa ainda terá ao menos mais uma saída confirmada após o fim do torneio: Didier Deschamps já anunciou que encerrará seu ciclo na França depois de 14 anos. Nos Estados Unidos, Mauricio Pochettino ficou sem contrato e negocia renovação com a federação. Entre os semifinalistas, o único técnico que não nasceu no país que comanda é Thomas Tuchel, alemão à frente da Inglaterra.
