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Cresce nº de americanas das gerações Z e Y que escolhem o celibato e detonam o sexo casual

As celibatárias Mandana Zarghami e Kayla Caputo. Foto: Reprodução/ Instagram

Em Nova Jersey, nos Estados Unidos, Mandana Zarghami, de 29 anos, decidiu se tornar celibatária por quatro anos. Ela atribui sua escolha à influência da cultura do sexo casual e aos aplicativos de namoro, que, segundo ela, dificultaram a construção de relações íntimas.

A tendência não é isolada. Jovens mulheres da Geração Z e da geração Y em todo o país estão evitando sexo, não por motivos religiosos, mas por frustração com o namoro digital e a superficialidade dos encontros casuais. Mandana é apenas um exemplo dessa chamada recessão sexual.

Após relacionamentos fracassados, Mandana impôs a si mesma uma regra de celibato até encontrar um relacionamento sério. Mesmo depois de uma breve interrupção no ano passado, ela retornou à abstinência ao perceber que o parceiro não correspondia às suas expectativas.

Outras mulheres seguem a mesma linha. Kayla Caputo, influencer de 29 anos, critica a cultura do sexo casual, e Ema Skauminaite, enfermeira viajante, valoriza o celibato como forma de fortalecer amizades e economizar tempo e energia em encontros que considera vazios.