Cubano que deixou Mais Médicos diz que Brasil foi uma escala para EUA
O cubano José Armando Corzo, de 35 anos, já tinha destino previsto quando desembarcou no Brasil para atuar pelo programa Mais Médicos, segundo contou ele à Folha.
Menos de quatro meses depois e munido de um visto humanitário concedido pelo governo norte-americano a médicos cubanos em missão fora da ilha, o Cuban Medical Professional Parole (CMPP), ele embarcou para os Estados Unidos.
“Quando eu fui para o Brasil, já sabia da existência do visto e que ali eu poderia entrar com o meu pedido”, disse ele de uma cidade a 30 km de Miami.
Com o visto, médicos de Cuba têm os mesmos direitos de um refugiado político e em cinco anos podem entrar com pedido de cidadania estadunidense. Armando Corzo participou de um treinamento de um mês e meio em Manaus depois de seguir para o Maranhão.
Ele permaneceu por 45 dias no município de Codó, mas logo seguiu para Timbiras porque, segundo disse, na primeira cidade não havia condições de trabalho.
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