Daniel Cravinhos, ex de Suzane Richthofen, vai viajar em lua-de-mel
Da Veja.
Condenado a 38 anos e 11 meses de prisão pelo crime de duplo homicídio, Daniel Cravinhos, está livre, leve e solto. Ele deixou a cadeia de Tremembé na quinta-feira e seguiu direito para a casa da esposa, a biomédica Alyne Bento, na Zona Norte de São Paulo.
O jovem, que matou a mãe da ex-namorada, Suzane von Richthofen, a pauladas enquanto eles dormiam, finalmente vai poder sair em lua-de-mel com a mulher, com quem casou em um cartório em dezembro de 2014.
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Daniel não terá muito tempo para curtir a esposa em tempo integral. Pelas regras da Vara de Execuções Penais imposta ao condenado, ele tem que arrumar emprego fixo com carteira assinada até junho, caso contrário terá de voltar para a prisão.
Isso não é tarefa fácil para um preso famoso. Seu irmão, Cristian Cravinhos, que também ajudou a matar os pais de Suzane, deixou a Tremembé em agosto do ano passado e até agora pena feito um condenado para se recolocar no mercado. Até agora só conseguiu “bicos” e, mesmo sendo subemprego, geralmente ele é dispensado quando se descobre quem ele é.
Já era para Daniel estar em liberdade desde o ano passado, mas ele acabou se envolvendo com traficantes de anabolizantes que comercializavam produtos de uso restrito em hospitais dentro da cadeia e teve de regressar para o regime fechado por mais três meses. Ao todo, entre os regimes fechado e semiaberto, Daniel ficou 15 anos e 3 meses preso. Segundo a Vara de Execuções Criminais de Taubaté, ele ganhou a liberdade por ter bom comportamento e pela redução de pena obtida com dias de trabalho. Uma das funções que ele exerceu dentro do presídio, por exemplo, foi a confecção de cadeiras e mesas utilizadas em escolas públicas.
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