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Defensor público, drogas e serviços sexuais: o mistério da morte da Barbie Humana

A influencer Bárbara Jankavski Marquez, que morreu aos 31 anos. Foto: reprodução

A influenciadora Bárbara Jankavski Marquez, conhecida como “Barbie Humana”, morreu no domingo (2) na casa de um defensor público em São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso como “morte suspeita” e o corpo foi encaminhado para perícia na Polícia Técnico-Científica para determinar a causa da morte, registrada inicialmente como “morte súbita, sem causa determinante aparente”.

O defensor público de 51 anos relatou em boletim de ocorrência que havia contratado os “serviços sexuais” de Bárbara, que chegou à sua residência na madrugada de domingo. Ele contou à polícia que durante o período em que estiveram juntos, os dois “fizeram uso de substâncias ilícitas, e ela tossiu por diversas vezes”.

Após isso, a influenciadora teria adormecido ao seu lado enquanto assistiam televisão. Ao perceber que Bárbara não se movia mais, o defensor acionou o Samu. Segundo seu relato, foi orientado a realizar manobras de Reanimação Cardiopulmonar “por mais de nove minutos”, sem sucesso.

Quando a equipe médica chegou, constatou o óbito às 21h07. Policiais militares relataram encontrar a influenciadora deitada com “lesão no olho esquerdo e marcas nas costas”. Uma amiga do defensor, de 43 anos, disse à polícia que testemunhou Bárbara “escorregar e cair, o que acarretou na lesão no olho” por volta das 4h da manhã.