Delator diz que operou para concessionária de rodovias por indicação de Paulo Preto
De Reynaldo Turollo Jr. na Folha.
O empresário Adir Assad, acusado de usar suas empresas para “gerar” dinheiro vivo para empreiteiras, afirmou em delação que operou para o Grupo CCR, responsável por rodovias em vários Estados, por indicação do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto.
De março de 2009 até o final de 2012, segundo Assad, o grupo CCR fez vários pagamentos para suas empresas, no total de R$ 46 milhões. Parte do montante voltava aos executivos da CCR em entregas em dinheiro vivo.
Outra parte Assad disse que repassou a Paulo Preto como “comissões decorrentes dos faturamentos para a CCR”.
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A apuração sobre as contas é tocada pelo Ministério Público Federal em São Paulo. A defesa de Paulo Preto tenta levá-la para o Supremo Tribunal Federal, onde ele é alvo de inquérito junto com Serra.
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