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DEM quer discurso de segurança “nem próximo de Bolsonaro nem do PT” para Rodrigo Maia

Do Painel da Folha de S.Paulo. Maia nega que seja candidato, mas o partido quer lançá-lo.

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O documento que será apresentado pelo DEM em sua convenção trará o esboço das bandeiras de uma possível candidatura presidencial de Rodrigo Maia. O texto está baseado no tripé das agendas econômica, social e de segurança pública. Os democratas defenderão “rigor no combate ao crime e à violência”. A preocupação agora é modular o discurso para que ele não fique, segundo dirigentes da sigla, “nem próximo de Bolsonaro nem da permissividade e passividade do PT”.

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Uma ala do DEM afirma que o documento tem que deixar claro que o PT “transformou a bandeira da defesa dos direitos humanos em defesa dos bandidos”. Outra diz que o partido não pode correr o risco de se aproximar do “extremismo de Jair Bolsonaro”.

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O DEM mira o eleitor de classe média. O bloco da temática social destacará ações na educação, área cujo ministério é comandado por Mendonça Filho. O partido dirá que, graças à gestão democrata, o país tem hoje um novo ensino médio, aprovado por mais de 70% da população. Na economia, o foco é o empreendedorismo.

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Caciques do DEM trabalham para adiar mais uma vez a convenção da sigla, prevista para 28 de fevereiro. Defendem que seja em 8 de março, mais próximo da janela partidária e da definição das candidaturas presidenciais. Maia será lançado ao Planalto no ato.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira, dão entrevista após reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na residência oficial da Câmara.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil