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“Desisti na hora”: os relatos de mulheres que se encontraram com homens de “tatuagens broxantes”

Pessoa removendo tatuagem. Foto: reprodução

Uma tatuagem inusitada interrompeu o primeiro encontro de uma mulher, com seu crush de longa data. Ao notar um relógio digital tatuado em seu braço com a palavra “FUCK” no mostrador, seu interesse evaporou instantaneamente. “No dia achei que estava só sendo chata e eu não compreendia que era só uma ideia ‘cool’ de tatuagem, mas o buraco era mais embaixo”, relatou a mulher sobre o episódio à revista Marie Claire.

A psicóloga Cristina Moraes explicou que reações como essa têm fundamento científico. “O desejo sexual reúne componentes biológicos, psicológicos e sociais – e imagens na pele podem funcionar como sinais simbólicos que ativam crenças, memórias e valores”, afirmou a especialista em Sexualidade Humana. Ela complementou: “Nem sempre é o traço físico do desenho que ‘desliga’ o desejo, mas o significado que a pessoa atribui a ele”.

Outro caso extremo envolveu Sabrina, de 31 anos, que descobriu uma tatuagem de suástica durante um encontro marcado por aplicativo. O homem havia alertado sobre uma tatuagem “polêmica”, mas só revelou o conteúdo pessoalmente. “Quando o vi, ele estava com uma camisa de botão entreaberta e dava para ver uma parte da tatuagem. Na hora gelei com o que estava vendo”, contou a social media.

A experiência da primeira mulher, que não revelou sua identidade, provou que a tatuagem foi apenas o primeiro sinal de problemas maiores. Ela percebeu que o homem de 34 anos “não tinha evoluído em nada e continuava o mesmo imaturo” que conhecera no passado.