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Documentário biográfico que irritou Elon Musk estreia no Festival de Veneza

Representação de Elon Musk no documentário Musk
Representação de Elon Musk criada para o documentário de Alex Gibney. Foto: Reprodução

O documentário Musk, dirigido pelo norte-americano Alex Gibney, estreou fora de competição no Festival de Veneza. Sem entrevista com Elon Musk, que recusou o contato do cineasta em 2019 com uma mensagem ofensiva no Twitter, o filme usa um avatar inspirado no bilionário para reproduzir declarações públicas dadas por ele ao longo da carreira. Com informações da Folha de S. Paulo.

A produção revisita a infância de Musk na África do Sul, seus negócios e sua vida familiar. Justine Musk, sua primeira mulher, contesta no filme a versão divulgada pelo empresário sobre a morte do filho Nevada, em 2002: ela afirma que segurava o bebê quando ele morreu, enquanto Musk havia dito que o filho estava em seus braços.

Ashley St. Clair, mãe de um dos filhos de Musk e entrevistada no documentário, afirmou em Veneza que ele lhe ofereceu US$ 40 milhões para que permanecesse em silêncio. O longa também apresenta relatos sobre a conduta do empresário e faz uma comparação com “O Homem Que Fazia Milagres”, comédia de 1936 sobre um homem comum que recebe poderes ilimitados e passa a destruir o mundo.